terça-feira, 8 de julho de 2008

que lixo

Sabe quando você se sente uma/um inútel? Um lixo? Uma caixa de todinho jogada fora? Poisé.
Aposto que sim, mas não como eu. Eu quero sumir. Desaparecer. Motivo? Não tenho, apenas acordei assim.
Até um dia desses eu tava prometendo pra mim mesma que nunca mais falaria palavrão, xingaria os outros, e nem pediria pra sumir. Mas hoje chegou n-o limite. Eu quero correr. Gritar. Puxar meus proprios cabelos. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH QUE RAIVA PROFUNDA.
De que? Eu não sei, sinceramente não sei mesmo. Quero gritar dizendo que eu odeio todo mundo, e eu odeio mesmo. Nesse momento eu odeio, odeio mesmo. AF QUE PORCARIA. Segunda feira já tem aula, ninguem merece, vou voltar pra minha vidinha futil de estudante, com meus amigos superficiais, com minhas notas baixas, com meus professores idiotas, com meu lanche horrivel. QUE DROGA. Até esses dias eu aguentei muita coisa, nem comento. MAS EU CANSEI, C-A-N-S-E-I. É. Agora são onze e meia da noite e eu estou sem sono. AAH malditos remedios controlados. Falar de remedios controlados, alguem traz uma camisa de força fasfavor. NOOOOOOOOOOOOOH.
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fallen dreams

Paixões mal terminadas, estratégias sabotadas, tudo como não devia ser.
Ter a dor de uma saudade, a falta de uma amizade, tudo como não devia ser.
Pra que gastar palavras, se usando apenas lágrimas, de repente, eu consiga me explicar?
Um porre incontrolável, lutar contra o incontestável, tudo como não devia ser.

A menina então olhou-se no espelho. Ela era tudo que não queria ser. Ela tinha tudo que não queria ter. Talvez..
She’s a myth that I have to believe in
Ela amava alguém. E alguém a amava. Sua única virtude. Pelo menos para ela. Adorava olhar o céu, sentia que pouco a pouco seus sonhos caíam no chão como se fossem pedaçinhos de estrelas que aos pouquinhos se apagavam.
you always want what you can't have but I've got to try I'm gonna muster every ounce of confidence I have. For you I will
Olhou o teu reflexo mais uma vez. Sentiu-se linda. Mas ingênua. Baixou sua face. Chorou.
See, alone we stand, together we fall apart. Yeah I think I’ll be alright
Mentiram para ela. O que mais se poderia fazer? Mais uma vez ela era a vítima. Ela estava acabada. Mais uma vez.
All I wanna do is find a way back into love
Então decidiu.
This time was different; Felt like I was just a victim; And it cut me like a knife; When you walked out of my life; Now I'm in this condition; And I got all the symptoms; Of a girl with a broken heart; But no matter what; You'll never see me cry.

domingo, 6 de julho de 2008

you know you love me

Definitivamente estou em uma situação precária. Não tenho nada pra postar. Nada. Céus.
Hoje eu não fiz porcaria nenhuma, assisti a estreia de Camp Rock mas n-ada.
Minha vida está um tédio e eu ainda tenho que estuar física. ARG

blair: você gosta de mim?
chuck: defina gostar.
blair: você deve estar brincando, eu não acredito nisso.
chuck: como você acha que me sinto? não durmi, me sinto enjoado, como se estivesse algo no meu estômago... agitando.
blair: borboletas? não, isso não esta acontecendo.
chuck: ninguém está mais surpreso ou envergonhado do que eu.
blair: chuck, você sabe que eu adoro todas as criaturas de Deus e as metáforas que elas inspiram, mais.. as borboletas têm que ser assassinadas.
chuck: tudo bem, nem foi tão bom assim.
blair: obrigada.

serena: (...) porque me ama.
dan: porque amo.
serena: quero muito acreditar, quando diz essas palavras Dan. então se eu soubesse o motivo não teria tanto medo de ouvi-las e dizê-las.
dan:tudo bem. se quiser falar do motivo..
serena: tem haver com minha mãe e seus vários casamentos.
dan: isso, é por isso. porque gosto quando me interrompe, o que, a propósito, é frequente. te amo porque não se desculpa por ser exatamente quem é. linda, inteligente, incrivelmente sexy.
serena: agora esta me deixando envergonhada.
dan: essa é outra razão. não tem noção do seu efeito em mim. também não tem noção de que ri como uma criança de 4 anos. desse jeito. e te amo porque.. pode estar com alguém como eu, e ainda ser melhor amiga de alguém como a Blair.(...)
serena: você é incrível, também. por conseguir dizer tudo isso. simplismente é. e eu te amo. mas tenho que ir.

xoxo
gossipgirl.

sábado, 5 de julho de 2008

them

Hoje o post é pra ele. Não sei por que, mas senti uma saudade enorme de Ricardo, vou escrever pra ele. NOH. Ricardinho meu fofinho. xx

Sabe, acho que faz uns 8 meses, não sei. O ano letivo estava acabando, todos estavam apreensivos pelas tão esperadas férias. Bom, eu prometi a Danielle que não mostraria isso a ninguém. Pra mim é besteira, mas do jeito que Dani é endiabrada ela vai me matar. WHAT

Então, eu Dani estávamos tendo uma conversa no mensseger, ela perguntando se eu gostava de Ricardo. Dani se superou hein.

E foi bem assim:
Dani: Você ama ele, eu sei.
Monick: Sabe porque eu amo ele?
Dani: Hm, estou esperando a resposta.
Monick: Porque apesar de ele ser muito violento, mongol, idiota, e mandar eu ir me fuder a cada 5 minutos, eu nunca vou esquecer de tudo que nós passamos juntos, é, ele foi, e sempre vai ser um amigo e tanto para todos nós. Ele é muito especial. Eu não gosto da forma que você pensa, não gosto mesmo. E sim ele vai fazer muita falta. E eu não vou chorar. HELLO
Dani: Af, eu conheço ele a uns 3 anos. Eu lembro como se fosse hoje quando ele entrou lá na sala, foi no tempo que o povo se achava os rockeiros né, hilário. Eu tava sentada lá no fundão, no meio, ai com as pernas numa cadeira virada, me achando a foda né KK ai ele entrou e Abraão falou “Ah Dani vai gostar desse menino” Ai eu falei que não...

Oin. E eu sei que vocês estão/estavam brigados, mas poxa, vocês são amigos.
Acho que podem superar isso. Não sei. Mas tenho pressentimento que um dia vai dar certo. Que um dia voltaremos a ser como antes. Elis, Camilo, Berna, Trizia, Lívia, Ricardo, Palloma, Danielle e Luana. Brigando, sorrindo, cantando, indo pro shopping OISDUFOIDSUFIOSUF, e outras coisas né. POOOOOXA que saudades çç

Eu amo vocês.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

outono?

E ele estava ali de novo. Mas desta vez, não veio para brincar. Estava disposto. Estava tudo programado. Estava tudo bem. Ia dar certo. Tinha que dar certo. Eram nove horas da noite quando olhara o céu pela última vez, as estrelas estavam mais faiscantes do que nunca. Riu para si mesmo. Um sorriso bobo. Pequeno. Mas muito significante. Sincero.
Então entrou no carro. Eram apenas três palavras. Mas ele não cansava de repetir. Repetia, repetia, repetia. Suas mãos estavam tremulas. O nervosismo o tomava de conta.
Era ela. Ela era sua garota. Não queria magoá-la. Não de novo.
Teria ficado em transe por uns segundos. Mas depois despertou. Ele estava atrasado. Afinal, eram nove e meia. Faltavam apenas 30 minutos pra ela partir.
Para sempre.
O transito estava um caos. Pensava em nunca mais vê-la. Isso o desmoronava por dentro. Não. Ele ia ter ela de novo. Nem que fosse por cinco minutos.
Então finalmente chegou. O Aeroporto estava lotado. Afinal era NY. Novidade seria se não estivesse.
Procurou por todos os lados. Achou. Sorriu.
Agora só dependia dele. Aproximou-se. Sentou ao seu lado. Por um momento ela não acreditou. Mas já esperava por isso. Seu coração palpitava. Não só o dela, o dele também, pode ter certeza.
Fitando-o falou: - Então você veio. O que você quer? – Não queria ser tão grossa, mas necessitava.
- Julie. Você sabe muito bem porque vim.

Find me here,
And speak to me
I want to feel you
I need to hear you
You are the light
That's leading me to the place
Where I find peace..
again

- Não sei. Não pretendo saber. Tenho que ir, estou atrasada. – Então ele pressentiu. Era a hora. O momento certo. A interrompeu.
- Desculpa por ser tão frio.

You are the strength
That keeps me walking
You are the hope
That keeps me trusting
You are the life
To my soul
You are my purpose
You're everything

- Aquele dia. Bom. Julie. Você me disse adeus. Estava sorrindo. Mas eu chorei. Estava tudo inconstante.
- O que você quer dizer? Mentiu por medo?

- Eu te amo.

Então uma onda de silencio surgiu. Julie não pode evitar. As lagrimas já tinham molhado toda a sua face. E Nicholas, bom, ele não se conteu, abraçou aquela mulher, a sua garota. Os dois se olharam ..

sábado, 28 de junho de 2008

walking under the sun

“Onde eu estou indo ainda não é certo. Eu não sei. Sigo apenas a minha estrada. Por mais árdua que seja. Caminhando sobre o sol, caminhando sobre o sol.”

Eu ainda estou de pé. Sou um ser como qualquer outro no mundo. Mas me acho diferente. Não que eu me destaque. Mas tenho uma forma diferente de sentir as emoções, as dores. Claro eu rio, eu choro. Isso é tão normal. Tão constante. Mas quando eu rio, eu não rio dos outros, não debocho, posso até rir, uma ou duas vezes, mas o peso na consciência sempre surge depois do erro. Eu choro, mas quem não chora? Quando eu choro não é com intenção de chamar atenção, ou de fingimento. Não choro por raiva, nem por rancor. Choro para lavar minha alma, que até então sente dor. Quando as lágrimas caem, sinto um alivio, parece-me que o mundo não desmoronou como eu queria. Que ele ainda está de pé, como eu. Talvez como nós, como poucos. Mas o nosso tempo está limitado, não é como quando o juiz pede 5 minutos, e depois volta a partida de futebol até o fim do segundo tempo. Esse tempo já passou desde o instante que o mundo é mundo, desde o instante que paraíso sumiu. Desde que a escuridão se revelou, desde que as escolhas começaram a surgir. Temos pouco tempo, e isso não é novidade. Tínhamos tempo de sobra, pra dar e vender, mas ele todo foi desperdiçado. Demos atenção demais a coisas que nem sequer valiam a pena, aos artistas de cinema, ao cientistas com suas inovadoras pesquisas, aos lançamentos de eletroeletrônicos, aos grandes desfiles de modas, e mais coisas que não me vale a pena comentar neste momento. Você não entenderá nada que daqui em diante eu escreverei, eu sei, nem eu mesmo entendo. Nem eu mesmo quero entender. xx